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07/11/2017 ás 11:07 por Polícia
Nova fase da Operação Novo Cangaço prende cacique da Terra Indígena do Guarita
Cacique Valdonês é suspeito de participação nos assaltos a bancos em Miraguaí
A polícia passou informações sobre a operação durante entrevista coletiva (Foto: Jonas Martins)
 

Por Jonas Martins


Uma megaoperação realizada pela Brigada Militar, Policia Civil e Ministério Público na manhã dessa terça-feira em Tenente Portela trouxe a tona novos fatos sobre os assaltos as agencias de Banrisul e Sicredi ocorridos em fevereiro deste ano em Miraguaí.

Na tarde de ontem, próximo das 19 horas, o cacique da Terra Indígena do Guarita e vereador de Tenente Portela, Valdonês Joaquim, foi preso no momento em que chegava para a sessão da Câmara de vereadores. As autoridades mantém em sigilo a casa prisional  para onde o cacique foi levado, no entanto, informações não oficiais dizem que ele foi recolhido a Modulada de Ijuí.

Na manhã de hoje com efetivo de pelo menos 3 Batalhões da Policia Militar, sendo empregadas 25 viaturas da Brigada Militar e 10 de Polícia Civil  e um helicóptero da Brigada Militar e  cerca de 115 policiais entre civis e militares foi realizada a operação em comunidades da Terra Indígena do Guarita.

 A prisão do Cacique Valdonês, ocorreu ontem porque, segundo a delegada Cristiane de Moura e Silva Braucks, os setores de inteligência da polícia receberam a informação de que ele estava planejando uma fuga. Nesta manhã foi tentado efetuar a prisão do ex-cacique e pai do atual, Valdir Joaquim, que não foi localizado e neste momento encontra-se foragido.

Valdir Joaquim já havia sido preso em flagrantes durante a primeira fase da operação por porte de arma de fogo, tendo a prisão relaxada posteriormente pela justiça.

 O promotor Guilherme Rosa Lopes, disse que na primeira parte das investigações já haviam indícios da participação do Cacique e Vereador Valdonês, mas que naquela oportunidade não foi possível juntar elementos contra ele, mas que no decorrer das investigações ficou clara a participação dele nos assaltos.

Ele é suspeito de ter dado apoio operacional para os assaltantes, além de disponibilizar uma de suas propriedades para que eles se abrigassem e pudessem fazer uso das armas que seriam usadas na ação praticando tiro ao alvo.

Em buscas na casa do vereador mais votado nas últimas eleições em Tenente Portela foram encontrados alguns cartuchos de espingardas deflagrados e apreendidos aparelhos celulares.


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